Merceria italiana

haberdashery

Sim, você leu “merceria”. Eu não errei, não, é assim que se escreve essa palavra na Itália – confere o crochê da vitrine. E ela não tem a ver com comida, não. Na verdade, é um bom e velho armarinho – que eu tive a sorte de encontrar num dos meus passeios pela cidade de Alghero, na Sardegna. Porque férias de crafter nunca tem a ver só com mar, praia, piscina ou o simples não fazer nada. A gente acaba enxergando possibilidades em todos os cantos… Mas isso é outra história, agora quero falar sobre essa simpática lojinha.

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Caixas de papel com botões colados na frente! Apesar de não ser uma loja clássica, antiga, tinha essa referência ótima. Exatamente o que a gente espera encontrar num armarinho…

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E a senhora que atendia também era clássica. Não falava uma palavra de inglês, mas conseguimos nos entender – eu com o meu italiano capenga e ela com toda a sua simpatia.

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Meu tempo era muito pequeno, não tinha como ficar escolhendo e olhando todos os detalhes. Então comprei um metro de um tecidinho floral fofo e um novelo de lã. Mais pelo prazer de trazer algo assim na mala, se é que você me entende…

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Uma delícia de achado, principalmente porque eu estava em uma cidade turística e essa loja não tinha nada do estilo “para turista ver”. Ao contrário, a outra cliente que estava lá dentro, além de mim, era uma típica senhora italiana, comprando elástico 🙂

16 comentários sobre “Merceria italiana

  1. Sim, eu entendo o que você quis dizer com o “prazer de trazer algo assim na mala”…, quando viajo sempre dou um jeito de parar num lugar desses. Da ultima vez que estive na Paraíba, até ganhei um pano de prato da simpática vendedora da loja de tecido que achei numa cidadezinha no meio do caminho para Campina Grande. Aliás, comprei uma chita com balãozinho de festa junina. Dava para perder?

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  2. Que delícia de passeio, Dani!
    Dias atrás estive em Roma e me apaixonei pelo povo italiano. Todos muito simpáticos. É exatamente isso: até os comerciantes que tem dificuldades com o inglês (ou que não falam nadica de inglês), demonstram uma vontade genuína de ajudar o cliente que não fala italiano. São acolhedores sem serem invasivos.
    Sim, o mais divertido é visitar lugares não-turísticos! Eu adorei explorar os bairros mais afastados dos points turisticos.
    Fiquei poucos dias e não tive oportunidade de visitar armarinhos. Mas não pude deixar de visitar livrarias e bancas de revistas! Trouxe alguns livros e revistas no melhor estilo “colorful”…hehe… Perdição para crafters! 🙂
    Beijos,

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