Para pensar na vida – aqui e aí do outro lado do Atlântico

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Em setembro a gente completa dois anos de Inglaterra. Parece que foi ontem? De certa maneira, sim. Por outro lado, quando penso no assunto de verdade, parece que estamos aqui há muito mais tempo. Provavelmente porque o nosso estilo de vida combina muito mais com a vida aqui do que com a que tínhamos no Brasil. Por mais que eu seja a primeira pessoa a reconhecer o quanto de ideias pré-concebidas se costuma ter aí no Brasil sobre a Inglaterra, tem uma coisa que não tem como negar: aqui as coisas são estáveis, confiáveis, seguras. E isso faz a maior diferença na vida. Como um tudo e no cotidiano, no banal, no tudo sempre igual da rotina.

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50 questões para responder

Eu sei, eu sei… Tanto craft para mostrar por aqui e eu saio com essa de 50 questões. Mas hoje está chovendo pra caramba, eu já acordei cedo para levar meu filho na escola, já passei a manhã toda estudando e agora, quando fui tentar ler um pouco dos e-mails acumulados na minha caixa postal, não resisti à procrastinação. Porque eu devo estar em alguma fase meio adolescente, talvez… Ah, as perguntas foram traduzidas do post do blog Directions Not Included 😉

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Mais uma mudança

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Várias leitoras aqui do blog têm me escrito para perguntar se eu não moro mais no Brasil. Não, gente, eu moro na Inglaterra desde setembro do ano passado. Aliás, não só moro aqui como estou mudando de casa. De novo. Foi assim: em agosto do ano passado, esvaziamos nosso apartamento em Porto Alegre para que ele pudesse ser pintado e colocado no mercado, para alugar. Mudamos para a casa da minha sogra por um mês. Aí viajamos para a Inglaterra e moramos quase um mês num hotel, até encontrarmos a primeira casa. Em janeiro de 2014, mudamos de novo, para uma casa menor e mais bem localizada. Agora vamos mudar de novo…

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Para ler e pensar: os livros e o ato de ler

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Eu não tenho falado muito sobre livros aqui no BananaCraft, mas quem me conhece sabe que eu sempre fui uma leitora voraz, do tipo que lê praticamente de tudo e que está sempre lendo uma coisa ou outra, o tempo todo. E eu sempre recomendo que as pessoas também leiam bastante, não só pelo prazer da coisa, mas também porque ler faz com que a nossa cultura em geral cresça muito (sem que a gente precise sair de casa e sem gastar muito) e também porque ler faz com que você aprenda a cometer cada vez menos erros gramaticais embaraçosos. Fato. Mas existem também questões menos intelectuais ligadas ao ato de ler, que só mesmo quem lê muito pode entender. Eu estava lendo (claro!) sobre isso agora há pouco e não resisti em falar sobre isso aqui. Se você é como eu, vai se divertir um pouquinho…

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Planos para janeiro

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Você já fez planos para este janeiro que está começando? E para o resto do ano? Tem aí uma lista do que pretende fazer? Eu costumava fazer imensas listas do que pretendia começar – ou terminar – no ano novo. Mas este ano não fiz nem uma listinha que fosse. Porque aqui estávamos em Holidays, sem aula, numa espécie de mini férias para toda a família. E porque o tempo foi curto e nem consegui pensar nisso. O que não quer dizer que este janeiro não prometa…

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Bye, bye 2013! Hello, 2014!

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Eu acabei de ler a frase e acho que ela diz muito: “Existem anos que fazem perguntas e outros que respondem”, numa tradução minha. Talvez não seja assim tão preto no branco. Impossível decidir, para mim, se 2013 fez perguntas ou só deu respostas. Possivelmente, no meu caso, o início do ano foi de muitas questões e o final de muitas soluções. Ou  talvez o ano anterior tenha sido de dúvidas e este de mais certezas. Agora, como será 2014?

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Em busca do craft room perdido…

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Eu raramente escrevo posts depressivos, porque não é meu estilo e porque acho que ninguém está aí, do outro lado da tela, para ficar lendo lamentos alheios. Assim como eu não gosto de ler ninguém reclamando da vida e se fazendo de vítima, também acho que ninguém vai ficar querendo saber das minhas próprias lamentações. Mas hoje vai ser diferente. Sim. Porque eu estou lamentando uma espécie de craft room imaginário e perdido.

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